Instruções & Cuidados

Cuide do seu sensor para garantir medidas confiáveis e uma vida útil mais longa

Antes da instalação, a situação ideal é manter o sensor em temperatura ambiente. Entretanto, nossos sensores geralmente funcionam em temperaturas de -10C a 60/70C, desde que a membrana de vidro (a pequena ponta de vidro) não seque.

Aprenda mais sobre como trabalhar com seu sensor de maneira mais eficiente.

Calibração

A frequência de calibração depende principalmente em quão precisa sua medida tem que ser, e em quão desgastante é seu processo. Resumindo, se você mergulhar um sensor em uma solução/tampão de pH 4 e este indicar 4,03, você pode assumir que está funcionando corretamente; mas se ele medir 3,8, então há boas chances de que você precisa ajustá-lo. Esteja ciente que você deve utilizar um tampão com valor próximo à sua medida no processo. Dependendo da precisão de suas medidas, você pode então resolver a situação.

 

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Processo de calibração

Antes de começar, assegure-se de seguir qualquer regulamentação existente (e/ou seguir as melhores práticas) sobre suas condições/ambiente, especialmente se o processo é perigoso.

Nós oferecemos tampões com diferentes valores de pH. Use-os para testar e ajustar seus sensores, não importando se eles são digitais, analógicos ou de outra marca.

Para o laboratório em particular, nós também possuímos um programa chamado Memobase+, que transformará seu PC em um laboratório de calibração, fornecendo rastreamento completo de medidas, calibrações, sensores e soluções de teste.

Para auxiliar sua calibração em campo, criamos o Liquiline To Go, um “transmissor portátil”. Você pode conectar seus sensores nele e medir sua amostra com um sensor idêntico ao utilizado no processo (e calibrá-lo).

Como calibrar?

  • Retire o sensor do processo;
  • Limpe o sensor,
  • Enxague o sensor com água deionizada/destilada;
  • Coloque o sensor dentro da proveta com tampão;
  • Leia o valor na tela;
  • Se o valor da tela e o valor do tampão forem iguais (dentro de um limite aceitável), a calibração estará correta;
  • Se o valor for diferente, ajuste-o através do transmissor ou troque por um sensor recentemente calibrado;
  • Enxague o produto novamente com água deionizada/destilada;
  • Realize o mesmo processo com o segundo tampão;
  • Enxague o sensor;
  • Coloque-o de volta no processo.

Evite tempo de parada não programado

Há várias formas de evitar tempo de inatividade não programado no seu sensor:

  • Cuide de seu sensor. Regularmente, verifique sua limpeza, calibração e substituição, sempre que necessário. 
  • Instale sensores redundantes. Ter mais de um sensor na mesma área de seu processo irá garantir uma medição contínua mesmo no caso de falhas (você pode configurar um alarme no transmissor para emitir um alerta se a discrepância entre os dois for maior que 0,x%)
  • Estude o histórico de seu sensor. Entenda quais partes de seu processo desgastam mais seu sensor e tome medidas para corrigir o problema.

Limpe seu sensor

Limpar um sensor é um processo simples, entretanto é necessário muita atenção ao tipo de processo que o mesmo estava inserido. Em alguns casos, água é o suficiente para limpar o sensor. Em outros você precisará de soluções de limpeza (ex. em um processo com laticínios medindo leite, será necessário eliminar todas as proteínas – neste caso, água quente e detergente são o suficiente).

Processos incrustantes como petróleo cru, necessitam do uso de mais de uma solução de limpeza (ex. em aplicações com petróleo cru grudento será necessário limpar o sensor primeiro com nafta, e então eliminar os óxidos de metal com um ácido).

  • IMPORTANTE: O sensor nunca deve estar seco, mesmo quando você possui um sensor novo e o retira da caixa para utilização.  Secar um sensor vai danificá-lo!